Chlöe Sevigny está na capa da última revista Purple, na edição de inverno 2010/2011. A revista tem acertado direto no meu coração (com a Lindsay Lohan na capa da edição anterior) e a abertura do editorial traz (mais) um texto espertíssimo do Olivier Zahm que enumera todos os motivos pela qual Chlöe merece ser amada, tive que reproduzi-lo aqui.

De extra, o comecinho desse perfil citado (que é maravilhoso) da Chlöe na New Yorker, na verdade de 1994, antes de Kids.

É de uma edição suuuuuuper fashion da revista, que vale a pena muito a pena ser comprada digitalmente (é baratinho). Já coloquei também algumas imagens no meu tumblr (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

É muita paixão envolvida.

Bryanboy vem aí?

Acho bem legal trazer o Bryanboy para a próxima temporada, já que é este tipo de blogueiro de moda que está acontecendo por aqui né: o (a) blogueiro (a) estrela, que aparece, usa grifes, bloga rápido e gera mais burburinho por quem é e por onde está.

Amo o Bryanboy; é o exemplo master de blogueiro de um lugar longe que realmente cresceu e apareceu, sempre com mega bom humor e super tesão (tipo um deslumbre bom, sabe?) por tudo da moda e já deixou várias marcas em grifes e publicações mundo afora. Podia fazer um workshop pras meninas que devem bombar pela próxima temporada no RJ e em SP.

(Voltei galhera!)

quem não ama Joan Rivers?

O documentário “Joan Rivers: A Piece of Work” estreia essa semana nos EUA depois de ser exibido em Sundance no comecinho do ano. Minha história de tapete vermelho começou com Rivers, ao vivo nos seus longos e imperdíveis pre-shows do Oscar, Globo de Ouro e Grammy no E!. Só depois é que fiquei sabendo um pouco mais da comediante de carreira incrível como stand-up e sua história na TV, quero muito ver o doc!

falou tudo

Ainda tô dando umas folheadas mas tem um pensamento do Olivier Zham na última edição da Purple, com a Lindsay Lohan na capa, que mexeu em uma feridinha bem boa, que não sai da minha cabeça nos últimos tempos. Sobre a Lindsay e sua incursão express pela Ungaro no começo do ano, Olivier diz:

Lindsay Lohan de repente virou o bode expiatório de tudo que a indústria da moda desgosta no mundo das celebridades – universo que a mesma indústria usa a muito tempo como uma ferramenta de marketing gratuita, sem nenhuma consideração pelo estilo ou talento das celebridades que os estilistas convidam para seus desfiles – e para quem mandam roupas de graça para eventos.

Claro que a história pega pra mim não pela Lindsay em si mas em como o Zahm chegou num recado bem bom sobre as Diane Krugers e Kate Bosworths da vida, que mesmo sem trabalhos expressivos e sem a gente saber o que é estilo e o que é posicionamento de marca, rodam o mundo como “ícones de estilo”, montadinhas sempre pros cliques de paparazzi, tão importantes para suas carreiras quanto os filmes que lançam. Tô pegando no pé das duas mas tem mais nome que a gente pode adicionar a essa lista, não é mesmo Kate Beckinsale? Pra ver roupa de passarela andando a gente já tem desfile!

:: Lindsay Lohan na Purple – Best of the Season